To start with….

2° Lugar para “Tradição e imaginação” – I prémio Cornelia Eckert de Filme Etnográfico

Realização – Vanessa Fernandes
Ideia e Coreografia – Richard Adossou
Operação de câmera – Vanessa Fernandes e Hervé Maviel
bailarinos – Richard Adossou, Guillaume Niedjo, Herve Hortan Adjovi, Arnaud Agboliagbo, Denise Ishola, Florent Adelanwa, Edouard Sessinou, Alcina Mowato, Sahadath Ami-toure
pós-produção – Vanessa Fernandes e Capitão Igo 
Agradecimentos especiais – Vincent Harisdo, Eva Azevedo, Alice Fernandes

I Prémio Cornélia Eckert de Filme Etnográfico

Mapping em Layounne – Projecto Multidisciplinar no Sahara 

Performance e Coreografia: Paulina Almeida e Gosha Sus

Música: Hugo Branco

Operação de câmera, montagem, projecção de vídeo e mapping: Vanessa Fernandes e Ivo Reis

 

2018 Video projections work

“Osmose”, Açores with Graça Ochoa, Helena Mancelos Silva, Terry Portugal Costa.
“Olokum”Benim/Brasil com Eva Azevedo.
 “Memorae” no CAA Agueda com Paulina Almeida e Agit Lab.
 “MadMudPools” Agueda com Projecto Agit Lab, Małgosia Suś, Pedro Pestana
 “The Tower” Festival dos Canais, Aveiro com Adam Read e Snorre Sjønøst Henriksen.

“Trifásico” musical/visual remix com João Diogo Leitão, Capitão Igo e Joao Rapozo

Chumbo e Algodão 2019

“Chumbo e Algodão” é uma narrativa fragmentada da história de um corpo inventado. A sua vida como laboratório é segmentado por várias camadas, são máscaras metafóricas e símbolos da sua existência, desde o ancestral ao contemporâneo.
Um corpo híbrido, transladado entre viagens, dissecado, poli-linguistico e transcultural. Reivindica, sim, ser universal e intemporal. Recebe manchas das sua existência, tornando-se um esboço de si mesmo.
A ideia de tecer uma teia a chumbo e algodão, recorrendo à dança e à arte digital é perceber exactamente os pontos de contraste. Realçando a transformação constante e ininterrupta de camadas visíveis que definem as faces do ser transcultural. desdobra as dimensões ocultas para primeiro plano.
O corpo e a tela de projecção trazem nos seus gestos uma osmose de influências.
O traço dançado, é a pesquisa de movimentos de rituais onde reune a expressão de cada parte desse ser.
As máscaras passam a ser um scroll de projecções de video que se expressam através de palavras, imagens e sons onde a luz é o vórtice fundamental da sua transformação.
https://vimeo.com/345751497

Agradecimentos especiais:
À margem do cinema português
TAGV

 

Afrotopia e Afrofuturismo: Impressões sobre o significado de arte afrodiaspórica

Afrotopia e Afrofuturismo: Impressões sobre o significado de arte afrodiaspórica

Livraria Tigre de Papel I 5 de dezembro I 18h – 20h

Alexandre Francisco Diaphra  (músico), Ana Balona de Oliveira (historiadora de arte e curadora), José Lino Neves (associação Batoto Yetu), Vanessa Fernandes (realizadora) e Yaw Tembe (músico).

Moderação: Raquel Lima (CES-FEUC / PANTALASSA)

Os conceitos afrotopia e afrofuturismo categorizam experiências e manifestações que simultaneamente recuperam e reinventam uma ancestralidade africana, como imaginam e teorizam um futuro que se constrói através de uma lente artística, científica e tecnológica afrocentrada. Este debate pretende examinar o estado de uma pretensa arte afrodiaspórica desde Lisboa e levantar questões sobre visões negras de um destino alternativo, a partir de novas estéticas ético-artísticas.

2018 Video Projection Work

“Osmose”, Açores with Graça Ochoa, Helena Mancelos Silva, Terry Portugal Costa.
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“Olokum”Benim/Brasil with Eva Azevedo.
“Memorae” no CAA Agueda with Paulina Almeida in AgitLab Porject.
“MadMudPools” Agueda withMałgosia Suś, Pedro Pestana in AgitLab Project.
“The Tower” Festival dos Canais, Aveiro with Adam Read and Snorre Sjønøst Henriksen.
“Trifásico” musical/visual remix with João Diogo Leitão.
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Ouidah – Benin

Lead and cotton 

Ouidah – Benin, was the first stage for this performance. In the land of strong spiritual masks… it became a great challenge. Between Butoh, clown, afro traditional and my own research in movement, I’ve found a way to empathise and to reconnect my roots to this ground that I love so much. My research for this performance as extended, next fase to become creative in ritual / spirituality / mask .